terça-feira, 3 de setembro de 2013



Às vezes bate um desânimo, não por vontade própria ou de outrem, mas do próprio sistema, se é que podemos chamá-lo assim, todavia, a cada dia sinto-me pressionado involuntariamente a regressar nas antigas ferramentas tecnológicas, saliva, giz e lousa, e extinguir por completo as aulas de leitura deste BLOG, no entanto, ressalto que por mais que a aflição atinja, e os sentimentos contrários sejam relevantes, penso nos meus pupilos, penso na vossa informação, na prioridade de adquirirem leitura de qualidade, mas como fazê-lo se o próprio sistema não os prioriza, por intransigências inadmissíveis, quero externar a insatisfação perturbadora, que no futuro vindouro talvez aniquile este BLOG, exterminando a vontade, e o fruto precioso de atividade docente.



segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Qual foi a notícia que mais chamou a sua atenção!!!
Faça o seu comentário individual!


domingo, 25 de agosto de 2013

                                            Stanislaw Ponte Preta





O que achou da velhinha?

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Lira do Amor Romântico ou a eterna repetição


                                                                                               Carlos Drummond de Andrade








Parlendas



Você gostou? Faça seu comentário!


terça-feira, 20 de agosto de 2013

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Assista ao vídeo produzido por alunos de Manaus-AM sobre a Lenda do Boto!
Faça um comentário individual!

quarta-feira, 14 de agosto de 2013


Assista ao vídeo produzido por alunos do Maranhão, esta é um  versão divertida da lenda de Yara!
Faça um comentário individual!

terça-feira, 13 de agosto de 2013

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

terça-feira, 18 de junho de 2013

segunda-feira, 17 de junho de 2013

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Poema de sete faces


Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.


As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.


O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada.


O homem atrás do bigode
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos, raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode.


Meu Deus, por que me abandonaste
se sabias que eu não era Deus,
se sabias que eu era fraco.


Mundo mundo vasto mundo
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.


Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.
                       

                        Carlos Drummond de Andrade


Leia o poema e faça a sua interpretação!

terça-feira, 28 de maio de 2013

segunda-feira, 20 de maio de 2013

segunda-feira, 1 de abril de 2013

segunda-feira, 25 de março de 2013

quinta-feira, 21 de março de 2013



Você conseguiu ler?
Porque este poema foi escrito assim?




Vamos imaginar que estamos neste lugar, o que você faria durante uma semana?



A menina e o pássaro encantado – Ruben Alves


Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo.Ele era um pássaro diferente de todos os demais: era encantado.Os pássaros comuns, se a porta da gaiola ficar aberta, vão-se embora para nunca mais voltar. Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades… As suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava. Certa vez voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão… Menina, eu venho das montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que vi, como presente para ti…E, assim, ele começava a cantar as canções e as histórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia, e sonhava que voava nas asas do pássaro.Outra vez voltou vermelho como o fogo, penacho dourado na cabeça. Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga. As minhas penas ficaram como aquele sol, e eu trago as canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.E de novo começavam as histórias. A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina, e por isto voltava sempre.Mas chegava a hora da tristeza. Tenho de ir  dizia. Por favor, não vás. Fico tão triste. Terei saudades. E vou chorar…— E a menina fazia beicinho… Eu também terei saudades  dizia o pássaro. — Eu também vou chorar. Mas vou contar-te um segredo: as plantas precisam da água, nós precisamos do ar, os peixes precisam dos rios… E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera do regresso, que faz com que as minhas penas fiquem bonitas. Se eu não for, não haverá saudade. Eu deixarei de ser um pássaro encantado. E tu deixarás de me amar.Assim, ele partiu. A menina, sozinha, chorava à noite de tristeza, imaginando se o pássaro voltaria. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia malvada: “Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá. Será meu para sempre. Não mais terei saudades. E ficarei feliz…”Com estes pensamentos, comprou uma linda gaiola, de prata, própria para um pássaro que se ama muito. E ficou à espera. Ele chegou finalmente, maravilhoso nas suas novas cores, com histórias diferentes para contar. Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, para que ele não acordasse, o prendeu na gaiola, para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.Acordou de madrugada, com um gemido do pássaro… Ah! menina… O que é que fizeste? Quebrou-se o encanto. As minhas penas ficarão feias e eu esquecer-me-ei das histórias… Sem a saudade, o amor ir-se-á embora…A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas não foi isto que aconteceu. O tempo ia passando, e o pássaro ficando diferente. Caíram as plumas e o penacho. Os vermelhos, os verdes e os azuis das penas transformaram-se num cinzento triste. E veio o silêncio: deixou de cantar.Também a menina se entristeceu. Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava, pensando naquilo que havia feito ao seu amigo…Até que não aguentou mais.Abriu a porta da gaiola. Podes ir, pássaro. Volta quando quiseres… Obrigado, menina. Tenho de partir. E preciso de partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar. Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro de nós. Sempre que ficares com saudade, eu ficarei mais bonito. Sempre que eu ficar com saudade, tu ficarás mais bonita. E enfeitar-te-ás, para me esperar…E partiu. Voou que voou, para lugares distantes. A menina contava os dias, e a cada dia que passava a saudade crescia. Que bom  pensava ela  o meu pássaro está a ficar encantado de novo…E ela ia ao guarda-roupa, escolher os vestidos, e penteava os cabelos e colocava uma flor na jarra. Nunca se sabe. Pode ser que ele volte hoje…Sem que ela se apercebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado, como o pássaro. Porque ele deveria estar a voar de qualquer lado e de qualquer lado haveria de voltar. Ah!Mundo maravilhoso, que guarda em algum lugar secreto o pássaro encantado que se ama…E foi assim que ela, cada noite, ia para a cama, triste de saudade, mas feliz com o pensamento: “Quem sabe se ele voltará amanhã….”E assim dormia e sonhava com a alegria do reencontro.


O que você entendeu?

quinta-feira, 14 de março de 2013

Cascão sem limites



Faça um resumo da história!
Poste em "comentário".

Chico Bento - Que furada de reportagem!



(Clique aqui)

Faça uma narrativa em prosa de acordo com a história que você leu! Poste sua história em "Comentário".


Chapeuzinho Vermelho

           (Clique Aqui)


Faça um final diferente para esta história!

segunda-feira, 11 de março de 2013

sábado, 9 de março de 2013

Para gostar de ler!



A Velha Contrabandista                              

Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega - tudo malandro velho - começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:
- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu: 
- É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
Mas o fiscal desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.
Diz que foi aí que o fiscal se chateou:

- Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
- Mas no saco só tem areia! - insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?

- O senhor promete que não "espáia"? - quis saber a velhinha.
- Juro - respondeu o fiscal.
- É lambreta.



Autor: Stanislaw Ponte Preta

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sexta-feira, 8 de março de 2013

Poema


O poema da ilha

No meio do mar
Uma ilha deserta
O homen desperta
Com uma ventania a beça

O sol esta rachando
O churrasco assando
E eu to descansando
Chegou outra ventania e estou me assustando

O sol vai embora
O churrasco demora
E eu to cansado
Acho que vou ir embora

Guardando as coisa
Olhando para o lado
Procurando o seu barco
Seu barco foi embora

E agora o que eu faço
Eu estou perdidaço
O meu barco foi embora
Na onde o tubarão mora


E agora o que me resto
Um bife e um filé mignom
Nenhum cervejinha
Pra enche o meu latão

Poema


O navegante

No meio do mar
homem só queria
navegar parou em bela
ilha para descansar

olho pro céu começou
a imaginar como sol
séria dentro do mar?^

HOMEM queria churrasco
para aça, para ele beija
na boca da sereia do mar

HOMEM olho pro lado
cade meu barco é navegando
no fundo do oceano

HOMEM só queria
uma escada para nadar
la´veio o tubarão
começou xingar ...

Poema


Viagem sem volta!!

Olhei para o mar!
Pensei em viajar!
O mar está agitado!
Por que o vento está gelado...

Navegando pelo mar!
Vi uma ilha para descansar!
chegandola perdi o barco...
Por que estorou o laço!

Como sair dessa ilha?
Se o tubarão esta a me devorar!
Tento sair...
mais não vo conseguir...


Fimm

Poema


titulo: O dia emocionante na ilha.

Fui para a ilha mais bonita do brasil
Fui com o meu barquinho que seguiu,seguiu,seguiu...

Meu barquinho amarrado , e eu fazendo meu churrasco
Naquela ilha desanimada só dava eu olhando para o nada.

E o vento batendo forte levou para longe o meu barquinho
Mas derrepente veio a onda que o empurrou mas um pouquinho.

Lá na ilha havia um coqueiro , que com aquele vento todo
Balanço e voo coco para todo o lado.

Aquele rio era perigoso, Perigoso para chuchu
E lá vivia um tubarão e o seu nome era lulu.

Lulu era mansinho isso era o que o povo dizia
Mas se eu entrasse lá dentro ele iria arrancar
A minha Mãozinha.

Do nada surgiu um cheiro , um cheiro de queimado
vinha vindo da churrasqueira pelo frango que tinha deixado.

Tentei resgatar o meu barquinho Mas infelizmente não consegui
Mas o Bom dessa história é que vivi.

Fiquei preso naquela ilha, todo triste querendo ir embora
Mas não tinha ninguém para me salvar e de repente comecei
/ a gritar .

Gritei, Gritei,Gritei mas não apareceu ninguém
Ninguém me escutou então fiquei encolhidinho
Para aparecer o meu amor.

Apareceu o meu amor, Enfim para me salvar
Ergui as mãos e olhei para o céu
Dei Graças a deus que sai de lá.

Cheguei em casa todo feliz por consegui
/ sair da ilha , e a primeira coisa que
/ eu fiz foi abraçar minha familia.


FIM !!!


Ass: Larissa 7 C

Poema


Um Dia na Ilha

Um belo dia no mar.
Vejo uma ilha em frente ao meu olhar.
Com uma brisa no ar.
E o sol a brilhar.
Chegando na ilha fez o meu coração se encantar.
já na ilha paro o meu barco para fazer um churrasco para me
/deliciar
No melhor momento olho para o barco e a corda começa a se
/despedaçar
E começo a se desesperar.
Olho para água e vejo um tubarão a se aproximar.
Subo no pé de coqueiro para pegar o coco pra jogar no mar.
Para o tubarão se espantar.
Nado para o barco para conseguir me salvar.

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